Dia da Integração Cooperativista: um trabalho feito a muitas mãos

Dia da Integração Cooperativista: um trabalho feito a muitas mãos

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Comemorado em 05 de março, o Dia da Integração Cooperativista visa celebrar os valores do cooperativismo e o princípio da intercooperação. Afinal, é através da união entre as organizações cooperativistas que o movimento fortalece o seu papel de promover o desenvolvimento sustentável nas comunidades em que está inserido.

Em maio de 1838, um grupo formado por 28 tecelões, que eram explorados e trabalhavam em condições degradantes no bairro de Rochdale-Manchester, na Inglaterra, se uniu e formou a primeira cooperativa do mundo. Essa união culminou na fundação da Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale. Depois do sucesso da cooperativa, fundada pelos tecelões de Rochdale, a experiência se difundiu no mundo inteiro. 

No Brasil, o movimento iniciou com o ramo agropecuário, em Minas Gerais, no ano de 1889. Até a segunda metade do século XX, as cooperativas eram predominantemente ligadas à agricultura. Porém, com o crescimento das cidades e o aumento no número de problemas sociais nesse espaço, houve a expansão das organizações para a área urbana. 

O cooperativismo surge para unir, desenvolver e fortalecer pessoas com objetivos em comum.
Foto: Reprodução/FreePik

As instituições cooperativistas caracterizam-se por serem geridas de forma democrática e participativa, de acordo com as necessidades dos seus associados. O modelo é aplicável a qualquer área e apresenta-se como solução eficiente para os problemas econômicos e sociais enfrentados por boa parte da população. Desde 2020, o cooperativismo é classificado pelo Sistema de Organização das Cooperativas do Brasil (Sistema OCB) em sete ramos: agropecuário, consumo, crédito, infraestrutura, saúde, transporte e trabalho, produção de bens e serviços.

Atualmente, o cooperativismo está fazendo valer os benefícios da internet e da tecnologia, conectando mais pessoas, encurtando distâncias e facilitando o disparo de informações. Com base nisso, é possível vislumbrar um grande futuro para esse modelo de organização trabalhista, cada vez mais focado nas pessoas e no desenvolvimento econômico e social da comunidade.

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